quinta-feira, 19 de julho de 2007

Olá amigos que apreciam um bom queijo, a ricota andou meio quieta desde a última semana, também com Pan, tragédias de avião e toda esta movimentação que anda por aí, vou falar o que, não é mesmo? Ah, não dá para esquecer também a manchete que acabei de visualizar, a Gisele é realmente a modelo mais bem paga do mundo, que coisa não! O grau de relevância do salário da nossa top só não é manchete total porque ainda nos apavoramos diante de tragédias. Mas precisa chegar a ser tragédia para haver uma mobilização, para que as coisas mudem, ou pior, sejam feitas com responsabilidade e cuidado pela sua realização? Às vezes tenho a impressão de que sim, espero que esteja errada, e muito... A minha utopia é por um tempo onde as pessoas se levem mais a sério, busquem sentido para a sua existência aqui e agora e não deixem para um além, ou sei lá o que, a tarefa de habitar um mundo com mais respeito pela idéia do que seja um homem justo. Justo, primeiramente para consigo mesmo e, só assim, justo para com todos os demais a despeito de leis estabelecidas, normas de conduta ou qualquer coisa desta natureza. Porque, afinal, só aquele que experimenta a sua existência da maneira mais plena possível, isto é, com justiça a si próprio, é capaz de guiar-se sem ter sempre no horizonte a culpa a ser expiada, seja em termos terrenos ou não. E só este homem então, é quem pode construir e habitar um mundo onde cada acontecimento e cada vida tenham a sua real importância e o seu real destaque. Enfim, é uma utopia, a minha pelo menos, mas as utopias servem sempre como um guia do possível, talvez não realizado, talvez nunca realizado plenamente, mas sempre uma possibilidade a ser vislumbrada...beijos a todos os queijólatras de plantão em meio ao pandemônio.